
Cento e setenta e três centímetros encarnados em um ser humano inteiro, aparentemente saudável e proporcional. Corpo adolescente.
Cabelo nos ombros, castanho, pele bizarramente amarela, desbotada, lembrando um oriental de uma pitoresca vila sem o calor e a luz do sol.
Num rosto arredondado, olhos semi-puxados e castanho-esverdeados se impõem. Lábios finos ocultam um sorriso que muitos chamariam equivocadamente de raro.
As mãos que aqui escrevem vistas pelos próprios olhos como curtas demais, estão em frequente movimento, de um lado para o outro.
Aqueles sem nenhum conhecimento profundo sobre esta criatura certamente classificariam-na de mal-humorada. Tais almas alheias jamais compreenderiam o que se passa por trás da persona. E tenho o prazer de informá-los que, como numa câmara oculta no infinito, poucos se aventurarão a se embrenhar no escuro para serem os felizardos desbravadores a descobrir o que menos esperavam.
Obs: redação do 1º ano do ensino médio, revisada.
viva o ego inflado no último parágrafo! xD muito justo, justo, de verdade.
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